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22 fevereiro 2015

[RESENHA] EXTRAORDINÁRIO , DE R. J. PALACIO.

                                 


  Nome: Extraordinário 
Autora: R. J. Palacio
Editora: Intríseca
Edição: 1
Ano: 2013
Página: 320
Tradultor: Rachel Agavino
ISBN: 9788580573015

Resenha:
August é uma criança muito especial. Um pouco antes de nascer, seus pais descobriram que ele portava uma síndrome genética que alteraria todo o seu rosto. E, por causa disso, ele teve de fazer diversas cirurgias plásticas, deixando-o mais diferente ainda.

Privado de tudo, August, jamais fora a escola, mas, sua mãe, está disposta a mudar isso afirmando que seria melhor assim. Até porque ele não teria a proteção dos pais para sempre. Obviamente ele recusou, assim como seu pai, a proposta por ter medo do julgamento das pessoas. Mas depois de muita insistência, ele aceita.  Alguns dias antes de começar as aulas ele vai até a escola para conhecer o diretor, sr. Buzanfa, e a escola. Chegando lá, August, é surpreendido pela simpatia e tranquilidade do diretor. Ele não o olhou torto, nem com cara de nojo, como a maioria das pessoas fazem.
Enfrentando todos os problemas sozinho, August, uma criança inocente, vai mostrando pelo seu ponto de vista como é difícil viver em um mundo onde todas as pessoas irão te julgar por você ser diferente dos outros!
Que livro incrível! Sabe aquelas histórias que te fazem pensar: “Caramba, eu vou levar isso para vida.”? Então, Extraordinário vai fazer isso com você. Acredite!
Tudo o que o pequeno August passava, eu pensava: “Meu Deus, porque as pessoas fazem isso? Mesmo sabendo que ele é só uma criança. Ele não tem culpa nenhuma.”


 O livro tem, além do ponto de vista do Auggie – apelido mega carinhoso, o ponto de vista da irmã, Olivia – ou Via, o namorado de Olivia, o amigo Jack, Miranda – amiga de Auggie e Via, entre outros… Deixando tudo muito melhor, a gente acaba tendo uma noção do que as pessoas pensam ao ver August e como elas se acostumam depois… Enfim! O livro é perfeito, narrativa maravilhosa, escrita apaixonante. Só tenho elogios.


Todo mundo deveria ser aplaudido de pé pelo menos uma vez na vida, porque todos nós vencemos o mundo. 
                                                                                          (August Pullman)